Introdução herbicida
Os herbicidas são agentes biológicos ou substâncias químicas capazes de matar ou suprir o crescimento de espécies específicas.
Para ser eficaz, o herbicidas aplicado às folhas de plantas daninhas deve:
• Ser retido pela folhagem
• Penetrar/ultrapassar a cutícula
• Mover-se nos espaços com água ao redor da célula
• Entrar na célula, passando através da membrana celular
• Atingir o local de ação, gralmente uma enzima
• ligar-se à enzima-alvo e inibi-la.
Para ser seletivo, o herbicida deve:
• Afetar o local de ação na planta daninha, mas não na cultura
• Ser metabolizado ou degradado pela cultura e não o ser pela planta daninha
• atingir somente a planta-alvo
Os herbicidas são classificados por grupos químicos e de acordo com o seu mecanismo de ação. O mecanismo de ação deve ser considerado principalmente em situações como no manejo da resistência de plantas daninhas a herbicidas. Produtos que possuem o mesmo mecanismo de ação geralmente causam os mesmos sintomas nas plantas, são aplicados com mesmo método e têm, em geral, limitações e toxicológia semelhantes. Alguns grupos herbicidas, como sulfoniluréias, apresentam grande variação em termos de comportamento ambiental e com relação ao espectro de espécies controladas.
Todos os herbicidas possuem locais específicos para agir, denominados “sítio de ação”, aos quais se ligam inibindo funções vitais na planta. A maioria dos sítios localiza-se ou são enzimas. Ao se ligar ao sítio de ação, a molécula herbicida paralisa ou retarda reações bioquímicas. Contudo, existem exceções, ou seja, alguns herbicidas, tais como cianazine e o paraquat, que interferem na fotossíntese, tanto bloqueiam o transporte de elétrons no fotossistema II como recebem elétrons do fotossistema I, e não se ligam a nenhum sítio enzimático. As dinitroanilinas e os herbicidas auxínicos, provavelmente, também se ligam a sítios não enzimaticos.
** Baseado no livro - xxxxxx

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